Entrevista com Ava Dellaira

Oi gente!

Hoje o post vai ser bem especial pra mim, pois tive a chance de conversar um pouco com a escritora americana Ava Dellaira, autora do livro “cartas de amor aos mortos”, publicado aqui no Brasil pela editora seguinte. Desde quando eu li o livro, entrei em contato com a escritora e trocamos umas mensagens. Agora nesse começo de ano fiz uma curta entrevista com ela, que me respondeu prontamente, apesar de estar bem compromissada com alguns projetos.




Se você ainda não teve contato com “Cartas de amor aos mortos”, deixarei logo abaixo um vídeo em que a própria Ava manda um recado para os brasileiros, na época em que o livro estava prestes a ser lançado aqui, falando um pouco da sinopse. 



Nessa pequena entrevista, tentei perguntar coisas referentes ao livro dela, artistas que a inspiram de alguma forma, o filme que está por vir e se ela planeja dar uma passadinha pelo Brasil. Confiram agora cinco perguntinhas e o que a Ava me respondeu sobre cada uma delas. ;)

Olá! Eu sou uma grande fã brasileira e em primeiro lugar gostaria de agradecer por aceitar a dar uma entrevista para meu blog. Saiba que estou muito feliz!


1)Seu livro, Cartas de amor aos Mortos, possui uma narrativa tão profunda, que fez vários jovens se identificarem. Como foi que você desenvolveu essa escrita tão intensa?

R: Quando eu estava escrevendo "Carta de Amor aos Mortos", eu tirei várias coisas das minhas próprias memórias da adolescência, minhas amizades e da minha relação com minha irmã mais nova. Eu também tirei bastante inspiração dos romances que eu amo, do meu estudo de poesia e do trabalho de vários músicos, autores e atores para os quais a Laurel escreve. Eu perdi minha mãe alguns anos antes de começar a escrever o livro e assim como as cartas de Laurel ajudaram-na a se curar, acredito que escrever o livro fez o mesmo por mim.

2)Assim como Laurel, muitos jovens usam o meio artístico e musical para se conectar com o mundo. Porém muitos deles também encontram essa conexão através das paginas dos livros. Como é pra você, sendo uma escritora, perceber que seus leitores criaram uma identificação com a sua história, ao ponto de torna-la fonte de inspiração?

R:  É absolutamente incrível! Faz com que eu me sinta muito honrada!

3)A cultura pop está muito presente em cada pagina da sua obra, principalmente citando artistas que já morreram, mas que deixaram vivo um legado musical e pessoal. Entre os cantores e atores de hoje em dia que permanecem vivos, quais deles você acha que transmite uma mensagem profunda a ser refletida?

R: Eu acho que há muitos, muitos artistas incríveis fazendo maravilhosos e relevantes filmes e músicas, são muitos para nomear! Bon Iver, Beach House, Tame Impala, Hozier são alguns dos artistas contemporâneos nas minhas várias playlists de "Carta de Amor aos Mortos". Atualmente eu ando ouvindo Kendrick Lamar.

4)Eu soube que "Cartas de amor aos mortos" em breve vai virar filme. Como está o processo de produção? Já existe alguma previsão da data de lançamento?

R: As coisas continuam seguindo em frente. Agora mesmo o diretor está trabalhando no roteiro com o estúdio, mas esperamos ter novas notícias da produção em breve!

5)Você pretende vir algum dia para o Brasil? Poderia deixar alguma mensagem para seus leitores brasileiros?

R: Sim! Absolutamente. Eu não sei ainda quando vai ser, mas mal posso esperar pra visitar o Brasil e espero conhecer todos vocês lá. Eu lembro de quando eu estava trabalhando no livro. Era apenas eu, os personagens e a tela do computador, sozinhos no meu pequeno apartamento, e eu costumava sonhar que um dia a história se tornaria um livro que poderia alcançar alguém, em algum lugar do mundo a quem ela poderia fazer diferença. Saber que tantos jovens no Brasil abraçaram o livro é além de tornar um sonho realidade, é uma verdadeira honra. Obrigada!

Quando a entrevista já estava finalizada, a Ava me mandou mais uma mensagem privada dizendo:

“Oi Ana! Obrigada por ser tão paciente e também por suas amáveis palavras! Beijos, Ava”.

Fofa, né? Então é isso, pessoal. Amei ter tido a chance de conversar um pouco mais com ela. Para terminar o post quero deixar um agradecimento especial para a minha amiga Stephanie Marie, que me ajudou com as perguntas, mesmo com a vida corrida. Miga, não sei o que seria de mim sem você!

Espero que tenham gostado.

Beijinhos

-Tink


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